quarta-feira, 17 de maio de 2017

Jornadeando pelo Cabo Espichel (completando e finalizando)


Iris xiphium L. var. xiphium (Maios)
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Iberis procumbens subsp. microcarpa Franco & P.Silva 
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Carduncellus caeruleus (L.) C.Presl (Cardo-azul)
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Anacyclus radiatus Loisel. (Pão-posto)
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Silybum marianum (L.) Gaertn. (Cardo-de-Santa-Maria)
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 Malva hispanica L. (Malva-de-Espanha)
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Cistus crispus L. (Roselha)
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Ornithogalum narbonense L. (Cebolinho-de-flor-branca)
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Eryngium dilatatum Lam. (Cardinho-azul)
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Notobasis syriaca (L.) Cass.

Local e data: Cabo Espichel; 15 Maio - 2017

terça-feira, 16 de maio de 2017

Jornadeando pelo Cabo Espichel

Teucrium chamaedrys L.

Scolymus hispanicus L. (Cardo-de-ouro)


Klasea baetica subsp. lusitanica (Cantó) Cantó & Rivas Mart

[Stachys ocymastrum (L.) Briq. (Rabo-de-raposa)]

Campanula rapunculus L. (Campainhas-rabanete)

Pulicaria odora (L.) Rchb. (Erva-montã)


Centaurea lusitanica Boiss. & Reut [Sin: Centaurea sphaerocephala subsp. lusitanica (Boiss. & Reut.) Nyman]

Cynara humilis L. (Alcachofra-de-são-João, ou Alcachofra-brava)
 (Local e data: Cabo Espichel; 15 - Maio - 2017)

domingo, 14 de maio de 2017

Azul marinho



Cardo-azul [Carduncellus caeruleus (L.) C.Presl]
(Local e data: Arrábida; 7 - Maio - 2017)

Erva-crina (Ajuga iva var. pseudoiva)





Erva-crina, Abiga, ou Erva-moscada [Ajuga iva var. pseudoiva (DC.) Briq.] 

Erva perene, de base lenhosa,  multicaule, com 4 a 15 cm, apresentando-se ramificada desde a base: com folhas oblongas ou oblongo-espatuladas, inteiras ou dentadas, mais ou menos densamente pilosas; flores dispostas aos pares em verticilos axilares.
Reconhecem-se nesta espécie duas variedades: A. iva var. iva, com corola rosada e folhas com pilosidade pouco densa  e A. iva var. pseudoiva.  (aqui apresentada) com corola amarela, eventualmente branca, com manchas de cor púrpura e folhas densamente pubescentes.
Tipo biológico: hemicriptófito:
Família: Lamiaceae;
Distribuição: Região Mediterrânica, e  Macaronésia. 
Em Portugal ocorre, quer na Madeira, quer no território do Continente e designadamente no Algarve, Alentejo, Estremadura, Ribatejo e Beira Litoral. 
Ecologia/habitat:  pastagens de sequeiro  com preferência por solos argilosos, calcários, margosos ou areias litorais, a altitudes até 1300m.
Floração: de Abril a Outubro.

(Local e data: Sousel; 3 - Maio - 2017)
(Clicando nas imagens, amplia)

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Por entre as pedras do Castelo




Verça-de-cão (Theligonum cynocrambe L.
Encontrar plantas com o ar de frecura e o aspecto reluzente revelados pelas reproduzidas nas fotos supra,  radicadas nas fendas dos muros do Castelo de Ourém, pode parecer algo surpreendente, mas, na verdade, não estamos perante nenhum caso digno de admiração, porquanto a espécie em questão (uma erva anual - tipo biológico: terófito - da família Rubiaceae) tem precisamente o seu habitat em ambientes semelhantes (terrenos pedregosos; fissuras e concavidades de muros e rochas calcárias, a altitudes até 1000m). E também não é difícil descobrir a explicação para o tom algo brilhante que os exemplares fotografados exibem, Como o seu "hábito" revela, as plantas são algo carnudas pelo que têm condições para armazenar nos tecidos, em época de fartura, a água que pode vir a faltar-lhes em tempos de seca. Daí que a espécie não tema instalar-se em locais, à primeira vista, pouco aconselháveis.
Distribuição: regiões  mediterrânica e irano-turaniana e Canárias.
Em Portugal, a presença da espécie está limitada a algumas regiões do território do Continente (Algarve, Baixo Alentejo, Estremadura, Ribatejo e Beira Litoral)
Floração: de Janeiro a Junho.
[Lugar e data: Castelo de Ourém (vista parcial na fotografia infra); 24 - Março - 2016]


quinta-feira, 11 de maio de 2017

Withania frutescens: há que tempos que a não via!







Withania frutescens (L.) Pauquy
É verdade que há já algum tempo que a não via, o que até não é caso para admirar, visto que a "residência"* deste estranho "tomateiro"** não é de visita fácil.
Por sorte, a "visita" permitiu encontrar um indivíduo em frutificação, acontecimento que não se observa todos os dias.
(* A planta, em Portugal, encontra-se apenas nas arribas do Cabo Espichel.)
(**Chamar-lhe "tomateiro" é, naturalmente, uma força de expressão apenas justificada pelo facto de a planta pertencer à mesma família: a das Solanaceae.)
(Local e data: Cabo Espichel; 20 - Abril - 2017)
(Clicando nas imagens, amplia)

terça-feira, 9 de maio de 2017

Roseira-brava (Rosa sempervirens)








Roseira-brava (Rosa sempervirens L.)
Planta arbustiva que pode atingir mais ou menos 6m, com caules trepadores ou procumbentes, raramente erectos, muito ramificados, glabros, protegidos por acúleos curvos, retrorsos, dispersos; folhas coriáceas, com 3 ou cinco folíolos dentados; flores solitárias ou agrupadas em inflorescências corimbiformes, com corola formada por pétalas brancas e com estiletes unidos em formação semelhante a uma coluna, pormenor bem visível em algumas das fotos supra e que é frequentemente apontado como característica distintiva desta espécie face às suas congéneres.
Tipo biológico: fanerófito;
Família: Rosaceae;
Distribuição: Sul e Oeste da Europa; Noroeste de África e Ásia Menor (Anatólia). Como espécie introduzida, está também presente nos Estados Unidos da América.
Em Portugal ocorre apenas no território do Continente e somente em algumas das regiões mais próximas do litoral (Estremadura, Ribatejo, Beira Litoral e, possivelmente, também Algarve e Douro Litoral)
Ecologia/habitat:  solos profundos e frescos, em sebes, matagais, orlas de bosques, margens de cursos de água e bermas de estradas e caminhos, a altitudes até 1200m. Indiferente à composição do solo.
Floração: de Abril a Agosto.
(Local e datas: Serra da Arrábida; 19 - Abril - 2017; e 7- Maio - 2017)
(Clicando nas imagens, amplia)